quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Esse blog é pra ganhar grana. É tão fácil... basta clicar em "gerar receita" e seu blog te dá dinheiro. Eu preciso de dinheiro. Preciso disso e de fugir das previsões loucas das cartomantes:
"- Dois mil e nove será um ano ruim, com clima ruim e muitas catástrofes. Vai chover na maioria dos casamentos e batizados. Quartos herméticos de louros fortes serão inundados enquanto eles cochilam em cuecas de algodão. Haverá muita humidade e as jaquetas mofarão nos guarda-roupas, já que o calor há também de nos assolar. Brotoejas tornarão os bebês disformes a ponto de suas mães não mais os reconhecerem. Os rios ficarão feios ao serem tingidos com todo aquele barro cor-de-gema. Raios pintarão, de dentro pra fora, as peles de virgens de um azul-roxo muito evitado: o da morte. Temer-se-á ainda mais os vôos transcontinentais e suas bebidas. Espelhos e retratos se quebrarão embalados por terremotos sucessivos; tais como os conhecemos e alguns também causados por mulheres enlouquecidas pelo calor e pelas baratas libertas, festivas. Balcões de informações continuarão cheios de desocupados e desesperados."
Preciso sair dessa nuvem de inércia antes que eu fique enferrujado demais pra me mexer. Quanto tempo resta? Dois mil e doze tá aí, e as mesmas cartomantes (e alguns profetas mais) dizem que será pior do que terremotos e casamentos arruinados, será o fim. Mas o fim escolheu dezembro, quase um ano de misericórdia aos que viveram pouco.
Sobram umas poucas escolhas; deuses ou festas? poesia na carne ou na boca?